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Seg, Maio

Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal

Vida Universitária
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"Toda cultura e cada sociedade institui uma moral, isto é, valores concernentes ao Bem e ao Mal, ao permitido e o proibido, e à conduta correta, válidos para todos os seus membros. No entanto, a simples existência da moral não significa a presença explicita de uma ética, entendida como filosofia moral, isto é, uma reflexão que discuta, problematiza e interpreta o significado dos valores morais” - CHAUÍ, Marilena "Convite à Filosofia".

Este trecho ilustra bem o contexto histórico que vivido por Eichmann (1906-1962) durante o período, em que trabalhou como burocrata, do antigo regime Nazista da Alemanha até ser capturado, em 1960, e levado, à força, ao seu próprio julgamento em Israel, onde veio ser condenado à morte.

Com base no livro: Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal, escrito pela filosofa judia Hannah Arendt (1906-1975) e publicado em 1963, os alunos do 3° período do curso de Jornalismo farão nesta quinta feira, dia 30, uma simulação sobre como e o que foi o julgamento de Eichmann.

A iniciativa veio da professora de filosofia, Beatriz Xaves, e tem o objetivo de fazer os alunos refletir e questionar sobre a inversão de papéis na sociedade e a criação de esteriótipos sobre o que é considerado: justo, injusto, bem e mal e levantar questões de que: como um cidadão, que possui todo esteriótipo de uma pessoa boa e justa, consegue fazer crimes bárbaros na sociedade.

A simulação esta prevista de 8:00 ás 11:15, terá inicio na sala aula e será finalizada no auditório 309, unidade FCH.

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