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O primeiro relatório do Observatório das Representações da Cidade na Mídia, projeto ligado aos cursos de Comunicação Social e que integra o Programa de Extensão da Universidade FUMEC, analisa as representações das ocupações urbanas de Belo Horizonte em matérias dos jornais mineiros Estado de Minas, O Tempo e Hoje em Dia. A escolha desses jornais deu-se em função de sua identificação com a chamada “grande mídia”, aquela socialmente dominante na disseminação de informações e formação de opiniões, à qual hoje se contrapõe um jornalismo alternativo, crítico e que procura ser um canal democrático que viabiliza a exposição de diferentes pontos de vista e o debate entre eles.

Para entender o porquê do título estar aspas, a leitura deste artigo será fundamental. Quando pensei em me matricular no curso de Jornalismo, imaginava conviver em uma profissão exaustiva e de grande periculosidade em determinados ocasiões. Mas, ao fazer um trabalho solicitado por uma professora na manhã de uma terça-feira, descobri de uma assustadora forma o que a busca pela informação e por pontos de vista diferentes podem causar. O local escolhido foi a Praça da Liberdade, no coração de Belo Horizonte. Palco de grandes lutas sociais e de conquistas memoráveis para os mineiros.

O tripé macroeconômico criado pela equipe econômica do governo FHC em 1999 referia-se à adoção de alguns pré-requisitos que serviriam para sinalizar ao mercado um compromisso do governo com a boa condução da política econômica. Eram eles: uma taxa de câmbio flutuante (determinada pelo mercado baseada na relação entre ofertantes e demandantes de divisas), um regime de metas de inflação (em que o governo define o limite de inflação para cada ano) e uma meta de superávit primário (recursos necessários para pagamento dos juros da dívida pública).

Descobrir minha beleza foi uma das maiores dificuldades na vida. Desde pequena, sempre me notei extremamente envolvida emocionalmente com as pessoas. Eu me perdia nas críticas de outras crianças e me devastei com as desilusões amorosas. Colecionei, acerca de mim mesma, pensamentos rudes e me dispus a acreditar em cada um deles. Com o tempo, mesmo que falassem o contrário, eu me via inferior.