A real maravilha das mulheres

Comportamento
Typography

Diariamente convivemos com incontáveis Mulheres Maravilhas que lutam pelo lado profissional, pela saúde, pelas famílias, entre os mais diversos motivos. Vivemos em um ambiente com traços machistas marcantes, em que as mulheres sempre lutaram muito por seus direitos e têm conquistado cada vez mais espaço, provando que são poderosas e surpreendentes. Juntas são verdadeiras heroínas do mundo real.

Mulheres de diferentes faixas etárias compartilharam no Conecta suas histórias de vida e diferentes superpoderes:

Nedley Lorrane, 18 anos: Com pouca idade, passou pelo obstáculo da doença. Entre idas e vindas ao hospital, quase chegou a desistir. “Pensei que iria morrer e quase morri. Comecei a pensar nas coisas que eu fiz e deixei de fazer nos meus curtos 17 anos de vida, em pleno ano de formatura: Eu, um tumor e uma delicada cirurgia pela frente”. Um momento crítico que a motivou a desenvolver seus superpoderes de superação intensa e uma força inacreditável. Com eles, venceu sua batalha e alcançou o que era considerado impossível. “Fui convidada para ser oradora de turma e eu fui! Sem o vestido perfeito, o penteado perfeito, mas fui no salto 15, com uma maquiagem escondendo as olheiras. Fiz o vestibular da faculdade que queria, passei e hoje estou em meados do curso de Direito. Hoje sou outra pessoa, superei bastante coisa, a principal delas foi o medo de não conseguir, eu me superei!”, declarou a heroína.

Helenice Maria, 51 anos: Na flor da idade, tem um superpoder que transforma o mundo, a educação. Com vasta experiência como educadora, ganhou outro superpoder que encanta desde crianças a adultos. “O gosto intenso pelos contos me fez enveredar pelo caminho da contação de histórias, por acreditar no poder curativo, encantador e mágico que os livros proporcionam às crianças e aos adultos. A história educa, provoca o autoconhecimento, resolve conflitos”. Ela usa o superpoder de dar asas à imaginação em uma creche e em locais públicos como praças. Um poder que cria e recria sentimentos. “A coragem, determinação e imenso desejo de inovar que trago dentro de mim. Toda essa minha motivação contribui na educação dos meus filhos, me fazem sentir realizada e produtiva, por estar ajudando quem precisa”, concluiu a super educadora.

Rita Campos, 76 anos: Com bastante experiência de vida, começou a trabalhar aos 17, envolvendo-se com jovens em internatos e escolas. Por onde passou, cativou amizades e, com o passar dos anos, cativou filhos, netos, sobrinhos de coração. “Os meus problemas ficavam para fora do portão da escola, dali para dentro eu observava os alunos, procurava atender ao que precisavam, intercedia por eles, aconselhava e, como uma mãe mesmo, puxava as orelhas quando era necessário”. A supermãe, avó e tia da escola carrega os superpoderes do amor incondicional, coração gigante e uma doçura excepcional. “Tenho vários filhos, netos e sobrinhos do coração por aí, o que eu posso fazer por ele  faço com gosto. Adoro recebê-los em minha casa, é um imenso prazer!”, ressaltou a simpática mãezona.

 

Bernardo Reis e Pollyana Gradisse

Inscreva-se através do nosso serviço gratuito de subscrição de e-mail para receber notificações quando novas informações estiverem disponíveis.